PAULO FREIRE


 

PAULO FREIRE


Escolhi falar do Paulo Freire porque sua pedagogia é algo que quero me aprofundar, é uma didática a qual quero pesquisar e enraizá-la na minha forma de dar aula também. O interacionismo sempre me chamou a atenção em diversos aspectos, desde suas vertentes com os primeiros pensadores (Piaget e Vygotsky) da área até suas transformações nos dias atuais com trabalhos de grandes pensadores como Paulo Freire que segue uma linha sociointeracionista (Vygotsky segue a linha sociointeracionista).

O uso da educação para a transformação de uma sociedade proposta por Paulo Freire vai além de uma pedagogia, é revolucionária. Isso bate de frente com visões arcaicas, onde se via o aluno como uma folha em branco, com métodos programados e repetitivos para o conteúdo “entrar” na cabeça do aluno, em salas de aulas que distanciam os alunos de interações fundamentais para a reflexão; um lugar onde quase que descarta completamente a vida socioeconômica e cultural do indivíduo... Pensamentos e escolas que ainda hoje o sistema educacional brasileiro vive. Uma educação a qual Paulo Freire chamou de “bancária” e a transformou com meios inovadores.

Cada aluno aprende de uma forma diferente, entender sua vida, se aproximar do seu meio social, acreditar sempre que é possível transformar uma sociedade pela educação são pensamentos que sempre quero fundamentar na minha vida pessoal e caminho profissional. Dessa forma, seguir e estudar grandes pensadores (como Paulo Freire) é o caminho.

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